O projeto prevê a construção de uma ponte de 320 metros de comprimento sobre o Rio Jaboatão, que ligará a praia de Barra de Jangada à Praia do Paiva, e uma via de 6,2 km de extensão, que dará acesso ao complexo turístico da praia, localizada no município do Cabo de Santo Agostinho.
A Via Parque custará R$ 76,5 milhões, sendo que mais de R$ 57 milhões já estão garantidos pelo Banco do Nordeste, através de financiamento. As obras devem ser entregues em dezembro de 2008 e serão realizadas pela Sociedade de Propósito Específico (SPE) Via Parque, formada pelo consórcio da Odebrecht Investimentos em Infra-Estrutura e a construtora Norberto Odebrecht S/A.
Acompanhado pelo secretário de Planejamento e Gestão, Geraldo Júlio, Eduardo visitou o canteiro de obras, cumprimentou os funcionários e deu o ponta pé inicial nos serviços de terraplenagem, no terreno localizado na Praia do Paiva, no Cabo de Santo Agostinho.
Eduardo afirmou que o projeto irá redefinir o litoral sul do ponto de vista urbano, sem esquecer de preservar o meio ambiente e de interagir com a população local qualificando os trabalhadores e gerando emprego e renda.
O governador revelou que outros projetos de PPPs devem ser consolidados em Pernambuco ainda em 2008: “Essa (a Via Parque) é a primeira parceria, mas temos outros editais de programas prioritários para a parceria público-privada, tanto na área de hospitais como na área de presídios e centrais de serviços para a população que já foram lançados”, destacou.
De acordo, com o presidente da Via Parque, Márcio Protta, esse é um projeto importante pelo seu pioneirismo e por sua preocupação com o meio ambiente.
“É um projeto pioneiro em que a iniciativa privada ajuda o Governo na questão da infra-estrutura, trazendo o desenvolvimento necessário para a região. É muito importante para o Estado implementar esse projeto que não tem impacto ambiental”.
A viabilização da Via Parque e da Ponte reduzirá a distância percorrida da Região Metropolitana do Recife às praias do litoral sul. Hoje, percorre-se 48 km do aeroporto internacional dos Guararapes/Gilberto Freyre até a Reserva do Paiva, mas com a construção da ponte, o trajeto será reduzido para 14 km. A nova rodovia também atenderá quem tiver como destino Gaibu, Calhetas, Porto de Galinhas entre outras.
O projeto inclui ainda o monitoramento da via, que permite a inspeção de tráfego, o estado de conservação da rodovia, além de acidentes e outras ocorrências; e socorro médico pré-hospitalar, com ambulância e resgate.
O governador Eduardo Campos frisou que a Reserva do Paiva é mais um investimento que chega para dar um novo ânimo ao turismo no Estado, atraindo investidores e turistas estrangeiros.
O governador ainda sinalizou as ações que estão sendo desenvolvidas dentro da elaboração de um plano estratégico para a área e frisou que, mesmo sob atuação negativa de fatores externos, Pernambuco elevou o número de turistas em 2007:
“Mesmo com a crise no setor aéreo, e a queda do dólar conseguimos alavancar o turismo no Estado. Nós já fizemos, ao longo do ano, atração de outros investimentos importantes como o Qualta Resort em Barreiros, a conquista de vôos vindos dos Estados Unidos e o aumento no número de vôos charters”, comemorou.
quarta-feira, 20 de agosto de 2008
terça-feira, 1 de julho de 2008
iPHONE chega ao Brasil pela Claro
por IT Web
07/05/2008
América Móvil fechou acordo com a Apple para distribuir o produto em toda a América Latina
Conforme o mercado já especulava, a América Móvil fechou acordo com a Apple para distribuir o iPhone em toda a América Latina. Com isto, o cobiçado smartphone chega ao Brasil pela operadora Claro, que pertence à telco mexicana. A data de lançamento do iPhone no mercado brasileiro ainda não está definida, mas deve ocorrer ainda este ano.
É de se esperar que a venda do aparelho seja feita em exclusividade, já que esta tem sido a estratégia adotada pela Apple para comercializar o iPhone. O aparelho foi lançado em julho de 2007, nos Estados Unidos, em exclusividade com a AT&T. Nos meses seguintes, a companhia começou a disseminá-lo pela Europa, começando por Reino Unido, Alemanha e França. Em 2008, as vendas começaram na Irlanda, Áustria e Canadá.
Recentemente, a Apple fechou um acordo com a operadora Vodafone, para vender o iPhone na Austrália, Índia, África do Sul, República Checa, Egito, Grécia, Itália, Nova Zelândia, Portugal e Turquia. A Telecom Italia também anunciou a comercialização do produto em seu país, o que torna o mercado italiano o primeiro a ter mais de uma operadora com iPhone.
A questão da exclusividade, no entanto, não se resolve com o acordo entre a Apple e as operadoras de telefonia celular. Nas semanas seguintes ao lançamento do produto, surgiram softwares para desbloquear o aparelho e torná-lo apto a ser usado em qualquer rede. A descoberta veio pela habilidade de aficionados em tecnologia, que não se cansam de enfrentar os limites na área de desenvolvimento de software. Foi este fator que permitiu a chegada informal do iPhone ao Brasil.
07/05/2008
América Móvil fechou acordo com a Apple para distribuir o produto em toda a América Latina
Conforme o mercado já especulava, a América Móvil fechou acordo com a Apple para distribuir o iPhone em toda a América Latina. Com isto, o cobiçado smartphone chega ao Brasil pela operadora Claro, que pertence à telco mexicana. A data de lançamento do iPhone no mercado brasileiro ainda não está definida, mas deve ocorrer ainda este ano.
É de se esperar que a venda do aparelho seja feita em exclusividade, já que esta tem sido a estratégia adotada pela Apple para comercializar o iPhone. O aparelho foi lançado em julho de 2007, nos Estados Unidos, em exclusividade com a AT&T. Nos meses seguintes, a companhia começou a disseminá-lo pela Europa, começando por Reino Unido, Alemanha e França. Em 2008, as vendas começaram na Irlanda, Áustria e Canadá.
Recentemente, a Apple fechou um acordo com a operadora Vodafone, para vender o iPhone na Austrália, Índia, África do Sul, República Checa, Egito, Grécia, Itália, Nova Zelândia, Portugal e Turquia. A Telecom Italia também anunciou a comercialização do produto em seu país, o que torna o mercado italiano o primeiro a ter mais de uma operadora com iPhone.
A questão da exclusividade, no entanto, não se resolve com o acordo entre a Apple e as operadoras de telefonia celular. Nas semanas seguintes ao lançamento do produto, surgiram softwares para desbloquear o aparelho e torná-lo apto a ser usado em qualquer rede. A descoberta veio pela habilidade de aficionados em tecnologia, que não se cansam de enfrentar os limites na área de desenvolvimento de software. Foi este fator que permitiu a chegada informal do iPhone ao Brasil.
quinta-feira, 29 de maio de 2008
A JUSTIÇA E O USO DE E-MAIL
A Justiça brasileira começa a dar mostras dos primeiros sinais para a definição de uma conduta em relação a questões relacionadas ao uso do e-mail. Leiam-se aqui duas correntes distintas: as ações que se caracterizam como spam e aquelas que se referem ao monitoramento feito pelas empresas das mensagens eletrônicas enviadas por seus funcionários. Nos dois casos, já há pronunciamentos feitos por juízes que podem indicar um caminho a ser seguido na ocorrência dessas situações no País. "Não quer dizer que as futuras ações tenham o mesmo desfecho, mas há grandes possibilidades de isso acontecer, mesmo porque ainda não existem leis claras a respeito de questões relacionadas à Internet", comenta o advogado especialista em Internet, Renato Opice Blum. Um dos desfechos mencionados por Blum refere-se ao reconhecimento em segundo grau da justa causa na demissão de um empregado do HSBC Seguros Brasil, acusado de enviar fotos pornográficas pela Internet utilizando o provedor da empresa. O funcionário havia ganho a causa em primeiro grau e ainda pode recorrer da nova decisão. "Mesmo havendo a possibilidade do funcionário recorrer, ficou caracterizado que houve utilização dos instrumentos de propriedade da empresa - e oferecidos aos empregados para suas atividades de trabalho - para fins não profissionais", explica Blum. Segundo a juíza relatora, Márcia Mazoni, não há violação à garantia da intimidade e à obtenção de provas por meio ilícito já que todos os instrumentos eram de propriedade da empresa, não havendo portanto quebra de confidenciabilidade. A juíza mencionou ainda que a utilização pessoal de e-mail funcional para fins estranhos ao serviço e de conseqüências nocivas à reputação da empresa é ato grave suficiente para a dispensa por justa causa. O advogado adverte as empresas que, para evitar questões futuras envolvendo acusação de invasão de privacidade ou quebra de sigilo, deixem bem claro a seus funcionários quando e de que forma realizarão o monitoramento dos e-mails e demais materiais enviados e recebidos via Internet. "Tenho certeza de que quanto mais transparente for essa relação entre a empresa e o funcionário melhor será para ambas as partes", finaliza. SpamAté onde vai o direito dos provedores de barrar um cliente que faça uso de spam e até onde vai o direito de um assinante de processar seu provedor pelo recebimento de um spam? São duas faces de uma mesma moeda e que também começam a ter suas primeiras decisões no Brasil. Na verdade a questão envolve três possibilidades. O provedor pode processar um assinante por ele ter feito uso de spam, gerando prejuízos para ele, provedor, e para os demais assinantes. Um assinante pode processar o provedor pelo recebimento de spam que lhe tenha causado danos financeiros ou prejudicado suas tarefas de alguma forma. "A terceira possibilidade, que já rendeu dois ganhos de causa à AOL nos Estados Unidos, é o provedor capz de processar um usuário de outro provedor que tenha enviado spam para sua lista de assinantes", conta Blum. Aqui no Brasil, um provedor do Mato Grosso do Sul, Portal Planeta, ganhou em primeiro e segundo graus a ação movida por um assinante que se dizia prejudicado pelo recebimento de spam. "Na verdade, não ficou comprovado que ele sofreu prejuízos com o recebimento do spam nem que o seu endereço eletrônico houvesse sido divulgado pelo provedor (o próprio assinante mantinha essa informação publicada em sua página na Internet), pontos importantes para comprovar a responsabilidade do provedor", esclarece Blum. "Além disso, o provedor já havia cortado os serviços do usuário acusado de envio de spam antes mesmo da ação ter tido seu desfecho", complementa o advogado
quinta-feira, 15 de maio de 2008
Ministro da Fazenda diz que empresários prometeram baixar preço do pão
Ministro da Fazenda diz que empresários prometeram baixar preço do pão
Ao anunciar ontem (14) à noite as medidas para evitar o desabastecimento de trigo e conter a alta dos preços do produto e de derivados como farinha e pão francês, o ministro da Fazenda, Guido Mantega, disse que os representantes do setor se comprometeram a repassar a desoneração de impostos, reduzindo o preço do pãozinho para o consumidor.
Mantega afirmou que esse foi o compromisso assumido pelos empresários com quem reuniu-se hoje para tratar dos estoques baixos de trigo e da alta dos preços. Também estiveram na reunião o ministro da Agricultura, Reinhold Stephanes e representantes dos produtores de trigo, importadores, moinhos, padarias e supermercados.
Os dois ministros se mostraram confiantes de que os benefícios fiscais concedidos ao setor produtivo serão repassados ao consumidor, com a redução do preço do pãozinho, vilão da alta inflação nos últimos meses, segundo Mantega. “O setor se comprometeu a repassar. Por causa desse compromisso e dessa disposição, é que nós concordamos em reduzir a tributação”, reforçou o ministro da Fazenda.
Stephanes relatou que “o setor deixou muito claro que repassará isso imediatamente para o consumidor. Esse foi o compromisso assumido pelos produtores”, disse. Mantega disse que Stephanes está preparando medidas estruturais para aumentar a oferta de longo prazo de trigo e outros produtos.
As medidas anunciadas foram a suspensão do PIS/Cofins, até dezembro, para o trigo, a farinha e o pão francês; a suspensão do adicional de frete para o Fundo de Renovação da Marinha Mercante, que hoje representa 25% do custo do transporte do trigo importado; e a ampliação do prazo, até 31 de agosto, para o benefício da tarifa zero nas cotas de importação do trigo.
A suspensão do PIS/Cofins representará, até 31 de dezembro deste ano, menos 9,25% de tributação sobre trigo, farinha de trigo e o pão francês. Já a suspensão do adicional de frete reduzirá o custo da importação de trigo em 25%. A terceira medida também se destina a reduzir os custos de importação, com a prorrogação da alíquota zero para o trigo importado.
O ministro da Fazenda disse que a alta de preços é conseqüência dos baixos estoques mundiais de trigo e pelo fato da Argentina estar em dificuldade de exportar trigo para o Brasil. “Nós estamos num período de entressafra e a safra virá no segundo semestre. A partir daí, acredito que, com o aumento da oferta [da safra brasileira e da safra americana], haverá uma redução dos preços”.
Por isso, ele disse esperar que, no segundo semestre, a produção de trigo se normalize e os preços do pão francês caiam para o consumidor. Segundo Mantega, o pão francês subiu aproximadamente 25% nos últimos meses e teve um impacto forte na inflação.
De acordo com Mantega, a Argentina não está fornecendo o trigo adicional que havia prometido ao Brasil – 800 mil toneladas, além das 4 milhões de toneladas por ano importadas do país vizinho. O Brasil consome cerca de dez milhões de tonelladas e produz cerca de quatro milhões, sendo os 2 milhões restantes importados de outros países, principalmente Estados Unidos e Canadá.
Fonte: Agência BrasilAo anunciar ontem (14) à noite as medidas para evitar o desabastecimento de trigo e conter a alta dos preços do produto e de derivados como farinha e pão francês, o ministro da Fazenda, Guido Mantega, disse que os representantes do setor se comprometeram a repassar a desoneração de impostos, reduzindo o preço do pãozinho para o consumidor.
Mantega afirmou que esse foi o compromisso assumido pelos empresários com quem reuniu-se hoje para tratar dos estoques baixos de trigo e da alta dos preços. Também estiveram na reunião o ministro da Agricultura, Reinhold Stephanes e representantes dos produtores de trigo, importadores, moinhos, padarias e supermercados.
Os dois ministros se mostraram confiantes de que os benefícios fiscais concedidos ao setor produtivo serão repassados ao consumidor, com a redução do preço do pãozinho, vilão da alta inflação nos últimos meses, segundo Mantega. “O setor se comprometeu a repassar. Por causa desse compromisso e dessa disposição, é que nós concordamos em reduzir a tributação”, reforçou o ministro da Fazenda.
Stephanes relatou que “o setor deixou muito claro que repassará isso imediatamente para o consumidor. Esse foi o compromisso assumido pelos produtores”, disse. Mantega disse que Stephanes está preparando medidas estruturais para aumentar a oferta de longo prazo de trigo e outros produtos.
As medidas anunciadas foram a suspensão do PIS/Cofins, até dezembro, para o trigo, a farinha e o pão francês; a suspensão do adicional de frete para o Fundo de Renovação da Marinha Mercante, que hoje representa 25% do custo do transporte do trigo importado; e a ampliação do prazo, até 31 de agosto, para o benefício da tarifa zero nas cotas de importação do trigo.
A suspensão do PIS/Cofins representará, até 31 de dezembro deste ano, menos 9,25% de tributação sobre trigo, farinha de trigo e o pão francês. Já a suspensão do adicional de frete reduzirá o custo da importação de trigo em 25%. A terceira medida também se destina a reduzir os custos de importação, com a prorrogação da alíquota zero para o trigo importado.
O ministro da Fazenda disse que a alta de preços é conseqüência dos baixos estoques mundiais de trigo e pelo fato da Argentina estar em dificuldade de exportar trigo para o Brasil. “Nós estamos num período de entressafra e a safra virá no segundo semestre. A partir daí, acredito que, com o aumento da oferta [da safra brasileira e da safra americana], haverá uma redução dos preços”.
Por isso, ele disse esperar que, no segundo semestre, a produção de trigo se normalize e os preços do pão francês caiam para o consumidor. Segundo Mantega, o pão francês subiu aproximadamente 25% nos últimos meses e teve um impacto forte na inflação.
De acordo com Mantega, a Argentina não está fornecendo o trigo adicional que havia prometido ao Brasil – 800 mil toneladas, além das 4 milhões de toneladas por ano importadas do país vizinho. O Brasil consome cerca de dez milhões de tonelladas e produz cerca de quatro milhões, sendo os 2 milhões restantes importados de outros países, principalmente Estados Unidos e Canadá.
Fonte: Agência Brasil
Ao anunciar ontem (14) à noite as medidas para evitar o desabastecimento de trigo e conter a alta dos preços do produto e de derivados como farinha e pão francês, o ministro da Fazenda, Guido Mantega, disse que os representantes do setor se comprometeram a repassar a desoneração de impostos, reduzindo o preço do pãozinho para o consumidor.
Mantega afirmou que esse foi o compromisso assumido pelos empresários com quem reuniu-se hoje para tratar dos estoques baixos de trigo e da alta dos preços. Também estiveram na reunião o ministro da Agricultura, Reinhold Stephanes e representantes dos produtores de trigo, importadores, moinhos, padarias e supermercados.
Os dois ministros se mostraram confiantes de que os benefícios fiscais concedidos ao setor produtivo serão repassados ao consumidor, com a redução do preço do pãozinho, vilão da alta inflação nos últimos meses, segundo Mantega. “O setor se comprometeu a repassar. Por causa desse compromisso e dessa disposição, é que nós concordamos em reduzir a tributação”, reforçou o ministro da Fazenda.
Stephanes relatou que “o setor deixou muito claro que repassará isso imediatamente para o consumidor. Esse foi o compromisso assumido pelos produtores”, disse. Mantega disse que Stephanes está preparando medidas estruturais para aumentar a oferta de longo prazo de trigo e outros produtos.
As medidas anunciadas foram a suspensão do PIS/Cofins, até dezembro, para o trigo, a farinha e o pão francês; a suspensão do adicional de frete para o Fundo de Renovação da Marinha Mercante, que hoje representa 25% do custo do transporte do trigo importado; e a ampliação do prazo, até 31 de agosto, para o benefício da tarifa zero nas cotas de importação do trigo.
A suspensão do PIS/Cofins representará, até 31 de dezembro deste ano, menos 9,25% de tributação sobre trigo, farinha de trigo e o pão francês. Já a suspensão do adicional de frete reduzirá o custo da importação de trigo em 25%. A terceira medida também se destina a reduzir os custos de importação, com a prorrogação da alíquota zero para o trigo importado.
O ministro da Fazenda disse que a alta de preços é conseqüência dos baixos estoques mundiais de trigo e pelo fato da Argentina estar em dificuldade de exportar trigo para o Brasil. “Nós estamos num período de entressafra e a safra virá no segundo semestre. A partir daí, acredito que, com o aumento da oferta [da safra brasileira e da safra americana], haverá uma redução dos preços”.
Por isso, ele disse esperar que, no segundo semestre, a produção de trigo se normalize e os preços do pão francês caiam para o consumidor. Segundo Mantega, o pão francês subiu aproximadamente 25% nos últimos meses e teve um impacto forte na inflação.
De acordo com Mantega, a Argentina não está fornecendo o trigo adicional que havia prometido ao Brasil – 800 mil toneladas, além das 4 milhões de toneladas por ano importadas do país vizinho. O Brasil consome cerca de dez milhões de tonelladas e produz cerca de quatro milhões, sendo os 2 milhões restantes importados de outros países, principalmente Estados Unidos e Canadá.
Fonte: Agência BrasilAo anunciar ontem (14) à noite as medidas para evitar o desabastecimento de trigo e conter a alta dos preços do produto e de derivados como farinha e pão francês, o ministro da Fazenda, Guido Mantega, disse que os representantes do setor se comprometeram a repassar a desoneração de impostos, reduzindo o preço do pãozinho para o consumidor.
Mantega afirmou que esse foi o compromisso assumido pelos empresários com quem reuniu-se hoje para tratar dos estoques baixos de trigo e da alta dos preços. Também estiveram na reunião o ministro da Agricultura, Reinhold Stephanes e representantes dos produtores de trigo, importadores, moinhos, padarias e supermercados.
Os dois ministros se mostraram confiantes de que os benefícios fiscais concedidos ao setor produtivo serão repassados ao consumidor, com a redução do preço do pãozinho, vilão da alta inflação nos últimos meses, segundo Mantega. “O setor se comprometeu a repassar. Por causa desse compromisso e dessa disposição, é que nós concordamos em reduzir a tributação”, reforçou o ministro da Fazenda.
Stephanes relatou que “o setor deixou muito claro que repassará isso imediatamente para o consumidor. Esse foi o compromisso assumido pelos produtores”, disse. Mantega disse que Stephanes está preparando medidas estruturais para aumentar a oferta de longo prazo de trigo e outros produtos.
As medidas anunciadas foram a suspensão do PIS/Cofins, até dezembro, para o trigo, a farinha e o pão francês; a suspensão do adicional de frete para o Fundo de Renovação da Marinha Mercante, que hoje representa 25% do custo do transporte do trigo importado; e a ampliação do prazo, até 31 de agosto, para o benefício da tarifa zero nas cotas de importação do trigo.
A suspensão do PIS/Cofins representará, até 31 de dezembro deste ano, menos 9,25% de tributação sobre trigo, farinha de trigo e o pão francês. Já a suspensão do adicional de frete reduzirá o custo da importação de trigo em 25%. A terceira medida também se destina a reduzir os custos de importação, com a prorrogação da alíquota zero para o trigo importado.
O ministro da Fazenda disse que a alta de preços é conseqüência dos baixos estoques mundiais de trigo e pelo fato da Argentina estar em dificuldade de exportar trigo para o Brasil. “Nós estamos num período de entressafra e a safra virá no segundo semestre. A partir daí, acredito que, com o aumento da oferta [da safra brasileira e da safra americana], haverá uma redução dos preços”.
Por isso, ele disse esperar que, no segundo semestre, a produção de trigo se normalize e os preços do pão francês caiam para o consumidor. Segundo Mantega, o pão francês subiu aproximadamente 25% nos últimos meses e teve um impacto forte na inflação.
De acordo com Mantega, a Argentina não está fornecendo o trigo adicional que havia prometido ao Brasil – 800 mil toneladas, além das 4 milhões de toneladas por ano importadas do país vizinho. O Brasil consome cerca de dez milhões de tonelladas e produz cerca de quatro milhões, sendo os 2 milhões restantes importados de outros países, principalmente Estados Unidos e Canadá.
Fonte: Agência Brasil
A ARTE DA GUERRA
Inteligência, estratégia e competência. Coisas as quais jamais deve se esquecer após ter lido o livro de Sun Tzu.
Inteligência, estratégia e competência. Três coisas as quais jamais deve se esquecer de praticar após ter lido o livro de Sun Tzu, poderia até chamar de grande obra, porém Sun Tzu não foi autor nem artista, Sun Tzu foi um homem honrado que venceu na vida através da inteligência e estratégia, depois resolveu escrever este livro, que foi adaptado muitas e muitas vezes, afinal, Sun Tzu não era escritor, era sim um grande comandante de guerra.
Sun Tzu foi um guerreiro tão espetacular que era capaz de subjugar o inimigo e prever a vitória, saber que ia vencer antes mesmo de lutar.
O livro A Arte da Guerra da editora Madras, além de contar as façanhas deste incrível ser humano, também traz textos complementares, que citam as aventuras de alguns outros comandantes e reis que viriam a ler e se encantar com o livro de Sun Tzu.
Recomendado a todos que procuram vencer as batalhas diárias da vida ou simplesmente aprender um pouco mais de estratégia tática. Realmente impressionante como uma pessoa pode vencer em quase tudo através de armadilhas, predições, fingir retiradas, quando se é fraco fingir ser forte, quando se é forte fingir ser fraco, ou então fazer com que seu adversário pense que você é um fraco fingindo ser forte quando você realmente é forte, o fato de irritar o inimigo, acabar com suas fontes de inspiração, deixá-lo confuso e por aí vai. São pequenos ensinamentos dentro de um livro de cento e poucas páginas, mas nos fazem refletir de um jeito que às vezes nos sentimos invencíveis, pois é incrível como táticas usadas antes de Cristo pode nos ser útil agora.
Todos nós podemos adaptar essas táticas onde quisermos, seja no trabalho ou no amor. Basta pensar taticamente.
Pense e reflita quantas vezes for necessário antes de agir e, assim como Sun Tzu, nunca pare sua busca por uma estratégia perfeita.
Inteligência, estratégia e competência. Três coisas as quais jamais deve se esquecer de praticar após ter lido o livro de Sun Tzu, poderia até chamar de grande obra, porém Sun Tzu não foi autor nem artista, Sun Tzu foi um homem honrado que venceu na vida através da inteligência e estratégia, depois resolveu escrever este livro, que foi adaptado muitas e muitas vezes, afinal, Sun Tzu não era escritor, era sim um grande comandante de guerra.
Sun Tzu foi um guerreiro tão espetacular que era capaz de subjugar o inimigo e prever a vitória, saber que ia vencer antes mesmo de lutar.
O livro A Arte da Guerra da editora Madras, além de contar as façanhas deste incrível ser humano, também traz textos complementares, que citam as aventuras de alguns outros comandantes e reis que viriam a ler e se encantar com o livro de Sun Tzu.
Recomendado a todos que procuram vencer as batalhas diárias da vida ou simplesmente aprender um pouco mais de estratégia tática. Realmente impressionante como uma pessoa pode vencer em quase tudo através de armadilhas, predições, fingir retiradas, quando se é fraco fingir ser forte, quando se é forte fingir ser fraco, ou então fazer com que seu adversário pense que você é um fraco fingindo ser forte quando você realmente é forte, o fato de irritar o inimigo, acabar com suas fontes de inspiração, deixá-lo confuso e por aí vai. São pequenos ensinamentos dentro de um livro de cento e poucas páginas, mas nos fazem refletir de um jeito que às vezes nos sentimos invencíveis, pois é incrível como táticas usadas antes de Cristo pode nos ser útil agora.
Todos nós podemos adaptar essas táticas onde quisermos, seja no trabalho ou no amor. Basta pensar taticamente.
Pense e reflita quantas vezes for necessário antes de agir e, assim como Sun Tzu, nunca pare sua busca por uma estratégia perfeita.
quarta-feira, 23 de abril de 2008
O MANGUE
O Brasil tem uma das maiores extensões de manguezais do mundo: desde o Cabo Orange no Amapá até o município de Laguna em Santa Catarina. Hoje em dia o manguezal ocupa uma superfície total de mais de 10.000 km² , a grande maioria na Costa Norte. O Estado de São Paulo tem mais de 240 km² de manguezal. No passado, a extensão dos manguezais brasileiros era muito maior: muitos portos, indústrias, loteamentos e rodovias costeiras foram desenvolvidos em áreas de manguezal. Ao contrário de outras florestas, os manguezais não são muito ricos em espécies, porém, destacam-se pela grande abundância das populações que neles vivem. Por isso podem ser considerados um dos mais produtivos ambientes naturais do Brasil. Somente três árvores constituem as florestas de mangue: o mangue vermelho, o mangue seriba e o mangue branco. As árvores são acompanhadas por um pequeno número de outras plantas, tais como a samambaia do mangue, o hibisco e a gramínea Spartina. Ricas comunidades de algas crescem sobre as raízes aéreas das árvores, na faixa coberta pela maré. Pelo contrário, os troncos permanentementes expostos e as copas das árvores são pobres em plantas epífitas. Quanto à fauna, destacam-se as várias espécies de caranguejos, formando enormes populações nos fundos lodosos. Nos troncos submersos, vários animais filtradores, tais como as ostras, alimentam-se de partículas suspensas na água. A maioria dos caranguejos são ativos na maré baixa, enquanto os moluscos alimentam-se durante a maré alta. Uma grande variedade de peixes penetra nos manguezais na maré alta. Muitos dos peixes que constituem o estoque pesqueiro das águas costeiras dependem das fontes alimentares do manguezal, pelo menos na fase jovem. Diversas espécies de aves comedoras de peixes e de invertebrados marinhos nidificam nas árvores do manguezal. Alimentam-se especialmente na maré baixa, quando os fundos lodosos estão expostos. Os manguezais fornecem uma rica alimentação proteica para a população litorânea brasileira: a pesca artesanal de peixes, camarões, caranguejos e moluscos é, para os moradores do litoral, a principal fonte de subsistência. O manguezal foi sempre considerado um ambiente pouco atrativo e menosprezado, embora sua importância econômica e social seja muito grande. No passado, estas manifestações de aversão eram justificadas, pois a presença do mangue estava intimamente associada à febre amarela e à malária. Embora estas enfermidades já tenham sido controladas, a atitude negativa em relação a este ecossistema perdura em expressões populares onde a palavra mangue, infelizmente, adquiriu o sentido de desordem, sujeira ou local suspeito. A destruição gratuita, a poluição doméstica e química das águas, derramamentos de petróleo e aterros mal planejados, são os grandes inimigos do manguezal. No litoral sul, em barra de jangada há um lindo mangue que está ameaçado pela expansão metropolitana . Se não fizermos algo este será apenas mais uma lembrança de nosso litoral.
Por sancho ferreira
Por sancho ferreira
sábado, 12 de abril de 2008
OBRA NO PAIVA PODE PARAR
Obra no Paiva pode ser impedida
Postado no 4 Abril, 2008 de Redacao TP
Rodrigo MontenegroFolha de Pernambuco de 25/03/2008
A Associação de Defesa do Meio Ambiente de Jaboatão dos Guararapes entrou com uma ação, ontem, no Ministério Público Estadual, para embargar a obra do Pólo Turístico Praia do Paiva. Segundo o presidente da entidade, Manuel Tabosa Júnior, falta uma estudo de impacto ambiental, já que a obra está situada no encontro do rio Jaboatão com a Ilha do Amor. O Projeto Pólo Turístico Praia do Paiva é resultado de uma parceria público-privada (PPP) estabelecida entre o governo do Estado e a iniciativa privada, que receberá um investimento de R$ 1,6 bilhão.
“Estamos acionando a Procuradoria do Meio Ambiente de Jaboatão dos Guararapes para que obriguem a realização dessa avaliação ambiental. Além disso, também queremos que todos os pescadores e as comunidades locais sejam ouvidas”, ressaltou. Conforme a associação, cerca 800 famílias de pescadores da colônia de Barra de Jangada vivem do pescado da área de proteção.
Entretanto, em outubro de 2007, Agência Estadual de Recursos Hídricos (CPRH) concedeu licença de instalação do acesso viário à Reserva do Paiva. Quando pronta, a obra terá uma ponte de 320 metros de extensão sobre o rio Jaboatão, ligando Barra de Jangada, em Jaboatão dos Guararapes, à Praia do Paiva, no Cabo de Santo Agostinho, e uma via de 6,2 quilômetros de extensão.
“Sei que um estudo de impacto ambiental foi feito pelo lado do Cabo de Santo Agostinho. Mas vamos verificar a situação da obra em relação a Jaboatão”, afirmou o promotor Flávio Falcão.
Postado no 4 Abril, 2008 de Redacao TP
Rodrigo MontenegroFolha de Pernambuco de 25/03/2008
A Associação de Defesa do Meio Ambiente de Jaboatão dos Guararapes entrou com uma ação, ontem, no Ministério Público Estadual, para embargar a obra do Pólo Turístico Praia do Paiva. Segundo o presidente da entidade, Manuel Tabosa Júnior, falta uma estudo de impacto ambiental, já que a obra está situada no encontro do rio Jaboatão com a Ilha do Amor. O Projeto Pólo Turístico Praia do Paiva é resultado de uma parceria público-privada (PPP) estabelecida entre o governo do Estado e a iniciativa privada, que receberá um investimento de R$ 1,6 bilhão.
“Estamos acionando a Procuradoria do Meio Ambiente de Jaboatão dos Guararapes para que obriguem a realização dessa avaliação ambiental. Além disso, também queremos que todos os pescadores e as comunidades locais sejam ouvidas”, ressaltou. Conforme a associação, cerca 800 famílias de pescadores da colônia de Barra de Jangada vivem do pescado da área de proteção.
Entretanto, em outubro de 2007, Agência Estadual de Recursos Hídricos (CPRH) concedeu licença de instalação do acesso viário à Reserva do Paiva. Quando pronta, a obra terá uma ponte de 320 metros de extensão sobre o rio Jaboatão, ligando Barra de Jangada, em Jaboatão dos Guararapes, à Praia do Paiva, no Cabo de Santo Agostinho, e uma via de 6,2 quilômetros de extensão.
“Sei que um estudo de impacto ambiental foi feito pelo lado do Cabo de Santo Agostinho. Mas vamos verificar a situação da obra em relação a Jaboatão”, afirmou o promotor Flávio Falcão.
Assinar:
Postagens (Atom)
